Pensamentos, sonhos, desabafos, besteiras, vida, AMOR, o meu eu em harmonia e expressando coisas boas!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Aproveite a entrada do outono não apenas para renovar seu guarda-roupa. Vamos tomar uma lição da Maria, nossa mais nova musa milionária, e aprender a nos desfazer também das pessoas que não precisamos mais. Afinal, para começar um maravilhoso capítulo Wesley, temos que encerrar o “nem tão bom” (convenhamos, fiz um elogio aqui) capítulo MauMau.
Não tenha medo de se desprender de coisas e pessoas que não te fazem bem, tudo faz parte de umciclo. Precisamos liberar espaço no armário antes de ir às compras, não é mesmo? Tudo o que vivemos foi bom para aprender, mas cada coisa ao seu momento. Suplex foi lindo, mas já passou. O namorado que você amava e era o homem da sua vida – mas hoje não te dá mais atenção – também precisa passar. Se machucar à toa caiu de moda. Use isso ao seu favor e lance uma nova tendência.
Nem sempre saímos ganhando destas situações, por isso, tenha concentração e força (a tão faladaatitude musa). Guarde as lembranças más como aprendizado e as boas apenas na mente. Não ocupe mais 1cm² de sua casa (ou do seu coração) com elas.
As roupas que vocês não usa mais, doe; As pessoas que não te fazem mais tão bem, deixe ir; Qualquer coisa que você já consegue viver sem, se desfaça. Suba no salto e perca o medo de altura. Comece uma nova página, com mente e coração leves. Viva o desapego!
Ah, ele não me merece? Quer saber? O que ninguém merece é esse papo furado! Todo mundo me merece. Ele me merece também. E eu não sou medalha olímpica, troféu do campeonato de sinuca, nem primeiro lugar do vestibular para alguém me merecer. Não me mereça, me queira. Não nasci para ser aquela roupa especial que você veste apenas em eventos importantes, quero ser aquela roupa gasta, velha, preferida, que você nunca cansa de usar. Não quero ser feriado, quero os seus 365 dias e os 366 quando for ano bissexto. Não quero ser preservado de nada, eu quero ser gasto e usado de bom modo
domingo, 10 de abril de 2011
Encaixar melhor, impossível!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
A teoria mais verdadeira do mundo!
Homem é igual a biscoito: Vem um, vêm 18. Depois eu compreendi tudo sobre essa teoria. Funciona assim: quando a gente tá carente, sozinha, solteira, e sai ligando pra todos os paqueras, ex-namorados, rolos e afins, ninguém te quer, não é? Pois é. Essa é a primeira fase: tocos em profusão. Na segunda fase, a gente resolve que não precisa de homem nenhum para ficar bem, e aí aparece um só para contradizer nossa certeza de auto-suficiência. Vem todo carinhoso, romântico, paparicante. A gente baixa a guarda, começa a sair com o cara, percebe que ele é interessante, resolve ver no que dá. E aí o que acontece? Entra na fase3: a Teoria do Biscoito. Chega um momento em que tu sente que a historinha tá evoluindo pra um possível compromisso. Só que aí, neste exato momento, TODOS os outros que te dispensaram antes começam a te ligar. Parece que eles
farejam no ar, que combinam entre si.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Ao Botafogo com todo o meu amor...

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.